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Anlise de um extracto do Sermo de Santo Antnio aos Peixes.

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Introduction

An�lise de um extracto do Serm�o de Santo Ant�nio aos Peixes Trabalho para a disciplina de Portugu�s. Jo�o Augusto Matos de Carvalho, n.� 14, 11� A. Escola secund�ria Alcaides de Faria 2002-2003. �ndice: 1. Capa 2. �ndice 3. Introdu��o 4. An�lise do extracto 5. Compara��o do extracto com uma situa��o actual 6. Bibliografia Introdu��o: Como consequ�ncia do estudo da obra "Serm�o de Santo Ant�nio aos Peixes", foi realizado este trabalho, que visa analisar um extracto da obra tendo em conta a sua estrutura interna e externa. Parece-me importante tamb�m falar nesta introdu��o sobre o autor da obra, o Padre Ant�nio Vieira. Nascido a 6 de Fevereiro do ano 1608, em Lisboa, Padre Ant�nio Vieira vive maior parte da sua vida na Ba�a onde tem a sua ordena��o sacerdotal e vai escrevendo v�rios serm�es onde critica fortemente os colonos a prop�sito da escravatura dos �ndios. Padre Ant�nio Vieira n�o se poupava a cr�ticas e era politicamente inc�modo e por isso, mais tarde, a Inquisi��o tenta expuls�-lo da Companhia de Jesus. No "Serm�o de Santo Ant�nio aos Peixes", Padre Ant�nio Vieira critica os colonos devido � escravatura dos �ndios, usando para isso elementos marinhos. ...read more.

Middle

O autor, v�-se portanto obrigado a utilizar um conjunto de artif�cios, para manter o audit�rio atento durante muito tempo. Estes artif�cios v�o desde varia�es de intensidade e inflex�o da voz enquanto se prega, at� ao uso de recursos estil�sticos. No extracto apresentado o recurso de estilo mais notado �, sem d�vida, a ironia, quando o Padre Ant�nio Vieira afirma: "Se com uma linha de coser e um alfinete torcido, vos pode pescar uma aleijado, porque haveis de roncar tanto?" O serm�o foi escrito numa �poca onde o Conceptismo se fazia ouvir mais alto, tendo-se abandonado o Cultismo, com base no qual se tinha uma tend�ncia para exagerar na cria��o da estrutura interna, muitas vezes sem se dizer nada de importante. O Conceptismo presente nesta obra faz uso de compara�es ousadas, met�foras, quiasmos, hip�rboles, ironias, ant�teses e an�foras, para atrair a aten��o e o interesse do audit�rio. Neste extracto, o Padre Ant�nio Vieira critica os roncadores, peixes que parecem grunhir como porcos, porque estes s�o uns peixes t�o pequenos e que mesmo assim fazem muito barulho. O autor tenta perceber qual a raz�o de tanto grunhido uma vez que, at� um simples aleijado, da forma mais rudimentar, os consegue pescar. ...read more.

Conclusion

Como melhor exemplo, temos o rec�m formado, seja ele um engenheiro, professor, ou qualquer outro que, quando arranja emprego na �rea em que esteve a estudar, julga-se o melhor e mostra-se com demasiada presun��o. N�o duram muito, n�o; s�o logo "enterrados" se pode dizer. Por isso afirmamos constantemente que a humildade nunca fez mal a ningu�m. O rec�m formado chega ao trabalho, julga que sabe o que quer fazer, mas quando se aproxima a hora de mostrar o que sabe, bloqueia e n�o reage. Para al�m disso, ainda � gozado pelos colegas com mais experi�ncia e talvez, quem sabe, com menor n�vel acad�mico. Se se aproximasse dos colegas e perguntasse humildemente como realizar uma certa fun��o, seria bem recebido e ganharia pr�tica mais facilmente. A cr�tica aos roncadores, alerta-nos que, aqueles que mais roncam, s�o os que mais facilmente se escondem e que s�o capazes de p�r as culpas nos outros; � tamb�m nos momentos de crise que descobrimos quem s�o os nossos verdadeiros amigos. Bibliografia: * Fonseca Guerra, J. A., Silva Vieira, J. A., Aula Viva - Portugu�s B - 11� Ano, pp. 61, Porto Editora, Porto, Portugal, 2000. * Microsoft Encarta Enciclop�dia 2001, Microsoft. * Diciop�dia 99, Porto Editora. 2 ...read more.

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